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Oficina de Pais e Mães online forma 9 mil em três anos

Em três anos, ao menos 9.048 pessoas concluíram a versão on-line da Oficina de Pais e Mães ofertada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No ar desde outubro de 2015, o curso foca casais em pórcio, sobretudo quando há filhos. O intuito é ajudá-los a entender efeitos da separação e superar dificuldades geradas pela mudança. Desde o lançamento, foram criadas 19.691 vagas. A taxa de conclusão, ao redor de 45%, supera a de outros materiais oferecidos pelo CNJ — mais próxima de 40% —, informa o Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Servidores do Judiciário (Ceajud). Uma das razões seria o fato de parte do público realizar a oficina por ordem ou recomendação judicial. Qualquer um pode se matricular, após registro na página, e, ao término, receber declaração de conclusão. Voltado a iniciantes, o processo é autoinstrucional — sem tutor. O ambiente dispõe de textos, vídeos e conteúdos interativos, além de fórum. Os detalhes sobre o curso podem ser acessados aqui. Dividido em cinco módulos, o material aborda temas como efeitos do término do relacionamento tanto para os pais quanto para os filhos, legislação e alienação parental. Para concluir a formação, é preciso obter 70% da nota em cada etapa. Há pesquisa de satisfação ao fim do curso. Em regra, os alunos avaliam que o material ajuda a entender melhor a experiência da separação (98%), a importância dos pais na vida dos filhos (99%) e a cuidar melhor deles (95%). Chega a 99% a taxa dos concluintes que recomendaria o conteúdo para outra pessoa. Inscritos também deixam relatos na página. "Acrescentou conhecimento e trouxe uma melhor visão, de suma importância, para compreender o que esses conflitos parentais geram nas crianças", diz um deles. "Um maior aprendizado sobre a relação de homem e mulher após o fim de um casamento, mas sempre visando o bem-estar dos filhos", conta outro. Após pais e mães, são psicólogos e assistentes sociais — alunos ou formados — os mais presentes entre os inscritos no curso do CNJ. Mediadores e advogados surgem a seguir. Também já se inscreveram avós, padrastos e madrastas. Servidores de tribunais — em especial dos centros de conciliação e das varas de família — buscam o aprendizado, bem como estudantes de Direito. A maioria descobre o material pela internet. Além do portal do CNJ, chegam informações por meio de redes sociais, como Facebook e Twitter. Indicações de amigos são a segunda maior fonte. Destacam-se ainda juízes, mediadores e advogados como pulgadores do conteúdo. Dois em cada três casais em pórcio têm filhos Os dados mais recentes sobre registro civil, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicam que um em cada três casamentos acaba em pórcio. Em 2017, o país teve o segundo ano seguido de alta das separações e de redução das novas uniões. Entre os casais em dissolução, mais de dois terços (71,1%) têm filhos. Isaías MonteiroAgência CNJ de Notícias
06/12/2018 (00:00)
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